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Rui Costa empossa Wagner e mais seis secretários; ex-governador passa a ter foro privilegiado

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O governador Rui Costa empossou sete novos secretários na tarde desta segunda-feira (23), no auditório da Fundação Luís Eduardo Magalhães. Entre eles está o ex-governador Jaques Wagner (PT), novo secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE). Com a nomeação, Wagner passa a ter foro privilegiado. Uma eventual denúncia contra o secretário na Operação Lava Jato precisaria passar pela Justiça Federal.

Wagner, no entanto, refutou ser este o motivo da nomeação, lembrando que não tem foro privilegiado há vários meses. "Desde 12 de maio estou sem prerrogativa, então se fosse por causa disso eu teria que sair correndo", disse, afirmando ainda que não queria aceitar o cargo. "Eu até relutei. Pelo fato de ser ex-governador sabia que iam levantar essa hipótese. Mas Rui me pediu, outros companheiros também me pediram". Rui anunciou a minirreforma na sexta (20) e no sábado (21).

Rui Costa justificou a entrada de Wagner, que estava à frente do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado da Bahia (Codes), como necessária para captar recursos para o estado. "Num momento de crise, precisamos reforçar a captação e articulação para motivar e convencer os empresários. Wagner chega com esse papel", disse, afirmando que o ex-governador e ex-ministro tem o perfil necessário.

Além de Wagner, tomaram posse Fernando Torres (PSD) como secretário de Desenvolvimento Urbano (Sedur); Olívia Santana (PCdoB) em Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre); Carlos Martins (PT) em Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS); José Vivaldo Mendonça (PSB) em Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti); Julieta Palmeira (PCdoB) em Políticas para as Mulheres (SPM); e Geraldo Reis em Meio Ambiente (Sema).

Em seu discurso, o governador afirmou que as mudanças no primeiro escalão servem para "reoxigenar" o governo. "É como um treinador no segundo tempo, que pode mudar até 30% de seu time. Eu mudei 30% para dar uma motivação, um oxigênio novo", comparou. Rui também não descartou novas mudanças. "Quem não mudou até agora, a princípio fica. Agora, ninguém tem estabilidade no emprego, (os secretários) são passíveis de mudança", disse. (Correio 24 horas) 

 

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