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Moagem de cacau é a pior em sete anos

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Ainda que muitos considerem o chocolate um item essencial, a verdade é que ele pode ser rapidamente tirado da lista de compras em tempos de vacas magras. E a atual anemia do mercado interno, que se agravou ano passado com a corrosão da renda e o aumento do desemprego, reverberou na atividade da indústria processadora de cacau, que em 2016 moeu o menor volume de cacau em sete anos. 

As quatro maiores companhias que atuam no segmento no país - Barry Callebaut, Cargill, Olam e Indeca -, que representam 95% da moagem brasileira e são representadas pela Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), moeram no ano passado 216 mil toneladas da amêndoa, queda de 1% ante o volume de 2015. São quatro anos seguidos de queda. O processamento só foi menor que o do ano passado em 2009, quando as mesmas indústrias processaram 207 mil toneladas de cacau. Na época, o segmento ao redor do mundo acusava o golpe da crise financeira global. 

O desempenho das indústrias brasileiras destoou do comportamento das companhias em outros cantos do mundo. Elas fecharam 2016 com volumes maiores de cacau processado do que no ano anterior, ainda que, em geral, o crescimento tenha sido modesto, conforme dados divulgados por associações regionais do segmento. Na Europa, que abriga o maior parque processador de cacau do mundo, a moagem cresceu 1,5%, para 1,344 milhão de toneladas. A Ásia processou 651 mil toneladas, alta de 9%. Já na América do Norte, o processamento cresceu apenas marginalmente, para 485 mil toneladas. *Informações do site Mercado do Cacau

 

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