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Palocci negocia cumprir pena em um ano de prisão domiciliar para delatar banqueiros

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Palocci negocia cumprir pena em um ano de prisão domiciliar para delatar banqueiros

O ex-ministro Antonio Palocci quer que sua pena seja cumprida em um ano de prisão domiciliar para delatar banqueiros e empresários, além do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O petista está elaborando sua proposta de colaboração premiadacom a Procuradoria-Geral da República e a força-tarefa da Lava Jato. De acordo com a Folha de S.Paulo, Palocci deverá revelar os detalhes de operações supostamente irregulares cometidas pelo ex-presidente e um dos donos do BTG Pactual, André Esteves. 

O ex-ministro garante que o banqueiro estava envolvido em supostas vendas de medidas provisórias no Congresso para bancos privados. O ex-dono do Pão de Açúcar, Abílio Diniz, também deverá ser citado na delação, por uma suposta manobra para tentar mantê-lo no controle do grupo. Na ocasião, havia uma disputa com a francesa Casino, que culminou na saída de Abílio do conselho da instituição dois anos depois, em 2013. 

A Casino contava com apoio informal de Fernando Pimentel, então ministro do Desenvolvimento de Dilma. Abílio contratou Palocci para garantir a influência a seu favor. Foram feitos pagamentos do Grupo Pão de Açúcar à empresa de Palocci, Projeto, por meio do escritório do advogado e ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, morto em 2014. Relatório do Coaf de 2008 a 2011 mostra que Bastos foi o segundo maior cliente da consultoria de Palocci, tendo feito repasses de R$ 5,5 milhões. Em 2015, a Projeto divulgou nota explicando que os pagamentos tiveram como origem o Grupo Pão de Açúcar, que contratou o ex-ministro para ajudar na fusão com as Casas Bahia. 

Com sua delação, Palocci também prometeu abrir nova perspectiva sobre o esquema de corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Sobre Lula, o ex-ministro disse que vai confirmar informações dadas por executivos da Odebrecht e ao episódio que envolve suposto benefício financeiro obtido por Lula na criação da empresa Sete Brasil, em 2010. A defesa de Lula afirmou que a Lava Jato não conseguiu apresentar provas sobre suas acusações contra o ex-presidente. Já a assessoria de Abílio disse que o contrato entre a Projeto e o escritório de Bastos foi alvo de investigação e não apresentou irregularidades. Além disso, Abílio não tinha função executiva na empresa durante vigência do contrato. A assessoria do BTG Pactual não comentou. (Bahia Notícias)

 

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