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Em 2 dias mais de 50 presos são assassinados em cadeias de Manaus; maioria das mortes foi por asfixia

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Quarenta e dois presos foram achados mortos dentro de cadeias em Manaus nesta segunda-feira (27), informou o Governo do Amazonas. No domingo, uma rebelião no no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), já havia deixado 15 presos mortos. São 57 mortos em apenas dois dias. Além do Ipat, houve mortes no Centro de Detenção Provisório de Manaus (CDPM) e Unidade Prisional do Puraquequara. Todas as mortes desta segunda tinha sinais de asfixia. Segundo o secretário de Administração Penitenciária do Amazonas, Vinicius Almeida, os presos começaram a matar colegas de cela à medida que a polícia avançava. Por conta desses violentos episódios, as ruas de Manaus tiveram reforço no policiamento. De acordo com a Seap, “neste momento, a situação está controlada e os presos estão na tranca”. A empresa que faz gestão prisional no Ipat, a Umanizzare, informou que um agente de socialização foi agredido pelos presos. Ele foi levado a um hospital de Manaus, com pequenas escoriações, mas passa bem. As mortes na penitenciária começou com uma briga entre duas facções rivais. O Ministro da Justiça Sergio Moro disse, que o governo federal vai disponibilizar vagas em presídios federais para quem comandou o massacre que envolveu quatro presídios de Manaus.

 

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